TEA e Saúde Mental

O impacto do TEA na saúde mental de adultos autistas costuma estar mais relacionado ao ambiente e às experiências vividas do que à condição em si.

Fatores que impactam o bem-estar

  • O esforço constante do mascaramento (tentar parecer neurotípico)
  • Isolamento social, muitas vezes resultado de dificuldades de interação não compreendidas por outros
  • Anos de sentir-se "diferente" sem entender o motivo, antes do diagnóstico

Não é o TEA em si que causa sofrimento

Muito do sofrimento associado ao TEA vem da falta de acomodação do ambiente e da falta de compreensão social, não de uma característica inerentemente negativa da condição.

Cuidado com a saúde mental de forma respeitosa

O acompanhamento terapêutico para adultos autistas deve considerar essas particularidades, sem tentar "normalizar" comportamentos ou desconsiderar o impacto do mascaramento.

Você não precisa se esforçar para parecer neurotípico na terapia

O espaço terapêutico pode (e deve) ser um lugar onde você não precisa mascarar suas características.

Perguntas frequentes

Ter TEA sempre significa ter problemas de saúde mental?

Não necessariamente, mas o risco é maior, especialmente associado ao esforço de mascaramento e à falta de acomodação social.

A terapia tenta "corrigir" comportamentos autistas?

Não deveria — um acompanhamento respeitoso trabalha o bem-estar sem tentar eliminar características próprias da pessoa autista.

Como sei se preciso de acompanhamento?

Se você sente que o esforço de se adaptar constantemente está te desgastando, ou enfrenta isolamento significativo, vale considerar apoio.

A psicóloga tem experiência com adultos autistas?

Sim, a atuação da Psicóloga Fabiane Pires inclui acompanhamento de adultos com TEA.

Quer um espaço de acompanhamento que respeite quem você é? Fale com a Psicóloga Fabiane Pires (CRP 18/04472).

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